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Vermelho pra que? Conheça a história da pigmentação que faz parte da identidade feminina




Por Vitória Yngrid


Durante muito tempo, mulheres fizeram uso da pigmentação vermelha como

liberdade expressiva, enquanto outras se privaram do uso pelo preconceito estabelecido.

O batom vermelho é sinônimo tanto de beleza, poder e status, como também foi

associado ao pecado e a promiscuidades.


Usado muito antes do nascimento de Cristo, o vermelho que cobre os lábios femininos

foi visto no Egito Antigo pela rainha Nefertiti. Na Grécia Antiga, pelas cortesãs ou

mulheres de costumes libertinos. Pela rainha Elizabeth I como marca do seu estilo.

Por outro lado, era visto também como forma de desafiar a obra de Deus na Europa

Medieval. Já o governo Britânico relacionava-se a atos de bruxaria que objetivava

seduzir homens ao matrimônio. Em vários momentos da história foi utilizado também

para expressões artística e de guerras.


No século XX, quando Elizabeth Arden, precursora da indústria de cosméticos, intitulou

o batom vermelho como símbolo da independência feminina. Ganhou maior

popularidade entre os itens adotados pelas mulheres. Mais tarde passou a ser usado

pelas estrelas de Hollywood e mais recente é visto nos tutoriais do Youtube e do

Instagram.


Como ressalta a maquiadora Dionélia Araújo, o batom vermelho “realça o sorriso e

destaca os lábios representando liberdade, poder e voz”. A cor vermelha continua a ser

protagonista da história feminina, deixou de ser um hábito antigo e se tornou um

elemento essencial no visual das mulheres do século XIX.


Fonte: podcast Beleza pra quem?

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